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Destaques

  • Filme da campanha “Juntos, podemos morar sozinhos” chega no dia mundial da Síndrome de Down
    A campanha “Juntos, podemos morar sozinhos”, lançada em 2016 pelo Instituto JNG ficou mais completa!

    Com o lançamento do filme, o Instituto JNG poderá chegar a mais pessoas e mostrar que é possível ter, sim, um adulto com deficiência intelectual conquistar a autonomia e independência da vida adulta.

    “Esse filme mostra que sair de casa é um desafio para todos os jovens! Não é fácil, como a maioria descreve, mas para os jovens com deficiência intelectual seus sonhos soam mais concretos. Precisamos achar as pessoas que podem nos ajudar a realizar esse projeto”, declara Flávia Poppe, diretora do JNG.

    O intuito é também ampliar a divulgação do projeto e aumentar a arrecadação de fundos e doações que possam sustentar as pesquisas, congressos e atividades desenvolvidas pelo Instituto, que atualmente vive de doações e venda de produtos da campanha.

    Participaram do filme João Manoel Maranhão (o J do Instituto), Nicolas Poppe Muñoz (o N), Gabriella Mota (o G), Tathiana Piancastelli, Paula Wernek, Ana Clara Soares, Pedro Lima e Carlos Alfonso Ruiz.

    O filme foi produzido pela Vudoo Filmes e teve o lançamento oficial no último dia 18 de março, em um evento promovido pelo Instituto no Jockey Club do Rio de Janeiro, que gentilmente nos cedeu o espaço para a primeira projeção pública do filme.

    Nosso agradecimento especial a Vudoo Filmes, que apoiou integralmente o Instituto JNG tanto na produção e filmagem, quanto na edição e finalização do filme.

    Clique aqui para ver o filme. 

    Ficha técnica:
    Produção: Vudoo Filmes (www.vudoofilmes.com.br)
    Produção Executiva: André Wainer e Luiz Porto
    Direção e Roteiro: Bruno Tinoco
    Produção: Thiago Galdino
    Assistentes de Produção: Júlia Duarte e Ygor Palopoli
    Edição: Fernando Bittencourt e Bruno Tinoco
    Cinegrafistas: André Rondinelle e Arthur Medina
    Drone: Arthur Medina
    Som Direto: Helio Leite
    Assistente de Câmera: Bernardo Jardim
    Locução: Content Conteúdo Sonoro
    Animação Gráfica: Luiz Carlos Jr. 
    Agradecimentos: PUC Rio e Museu da República (RJ)
    Agradecimentos ao Jockey Club do Rio de Janeiro que cedeu a sala de cinema do clube para a exibição do filme.






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  • III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência

    O Instituto JNG participou do III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência, realizado de 9 a 11 de Março de 2017, na PUC-RS, em Porto Alegre/RS.

    Flávia Poppe, diretora do Instituto, apresentou o pôster sobre moradias independentes com apoio individualizado para pessoas com deficiência intelectual.  Flávia Cortinovis, da empresa Ciclo Projetos, que faz consultoria na área da inclusão produtiva de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, também esteve presente e juntas apresentaram as principais temáticas da vida adulta: trabalho e moradia.

    O evento teve como tema central a "Igualdade de direitos e Acesso ao uma vida digna: Desafios e Controvérsias na Questão Social da Deficiência".

    Confira as fotos do evento na galeria Fotos & Videos.


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  • Instituto JNG participa da Comenda Dorina Nowill

    A 2ª edição da Comenda DORINA NOWILL, premiação concedida pelo Senado Federal a pessoas que se destacaram e que contribuem para melhores condições de vida de pessoas com deficiências, foi realizada dia 21 de Setembro de 2016 e contou com a presença do Instituto JNG.

     

    O Instituto participou do evento através da presença da presidente Flávia Poppe, que teve a honra de compor a mesa presidida pelo Senador Hélio José. Flávia foi ainda convidada a entregar essa importante homenagem à Helena Werneck, diretora do Instituto MetaSocial, responsável pela campanha "Ser Diferente é Normal”.

     

    Além de Helena, também foram homenageados o ex-Senador e Vice-Governador Flavio Arns, parlamentar atuante em todas as causas das pessoas com deficiências; Sr. Fernando Gomide, presidente da Associação Brasiliense de Amparo ao Fibrocístico; Dra. Lucia Willadino Braga, presidente da Rede Sarah Hospitais de Reabilitação; e, in memorium, o Dr. Aloysio Campos da Paz, fundador da Rede Sarah.

     

    A escolha dos vencedores é realizada por um Conselho composto por um representante de cada um dos partidos políticos com assento no Senado Federal.

     

    A premiação aconteceu durante a Sessão Especial destinada à comemoração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, que desde 2005 é celebrada em 21 de Setembro.

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  • Neace/CNMP lança cartilha sobre tomada de decisão apoiada e curatela

    O Núcleo de Atuação Especial em Acessibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (Neace/CNMP) lançou a cartilha "Tomada de decisão apoiada e curatela: medidas de apoio previstas na lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência."

     

    A finalidade da cartilha é levar ao conhecimento de todas as pessoas as novas medidas de apoio, caso precisem decidir pela tomada de decisão apoiada ou curatela. A cartilha explica que a tomada de decisão pode ser escolhida por qualquer pessoa que tenha uma deficiência. É um processo judicial criado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), que objetiva garantir apoio às decisões sobre qualquer ato da vida civil, e assim exercer plenamente os seus direitos.

     

    Por sua vez, a curatela tem objetivo de proteger o patrimônio da pessoa com deficiência que não consiga expressar sua vontade. Nesse caso, o juiz analisa as necessidades da pessoa e decide se ela pode ou não praticar atos relacionados ao patrimônio ou se precisará de apoio para isso, nomeando um curador ou curadora.

     

    As autoras da cartilha são a subprocuradora-geral do trabalho e coordenadora do Neace, Maria Aparecida Gugel; a promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Luisa de Marillac Xavier; a procuradora regional da República de São Paulo Eugênia Augusta Gonzaga; a promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte Rebecca Monte e o promotor de Justiça do MP do Pará Waldir Macieira.

     

    A obra ficará disponível no site do CNMP na área de publicações. Além disso, os exemplares da cartilha serão distribuídos em workshops "Todos juntos por um Brasil mais acessível", realizados pelo Neace, aos parceiros no Projeto de Acessibilidade, Defensorias Públicas, Conselhos de direitos e profissionais, bem como Centros de Apoio à pessoa com deficiência dos MP's.

     

    Em outubro deste ano, o Neace lançou a fotonovela sobre a tomada de decisão apoiada e curatela destinada tambéàs pessoas com deficiência intelectual.

     

    Clique aqui para acessar a nova cartilha na íntegra.

     

    Assessoria de Comunicação Social
    Conselho Nacional do Ministério Público
    Fone: (61) 3315-9424
    jornalismo@cnmp.mp.br
    Twitter: cnmp_oficial
    Facebook: cnmpoficial

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  • Inclusão pode ser legado paralímpico!

    Devemos nos orgulhar do fato de que a delegação brasileira possui mais de 300 atletas paralímpicos que disputaram cerca de 20 modalidades nos Jogos Rio2016. Nesse momento em que escrevo, já são 79 medalhas, 14 das quais de ouro. Nessas duas últimas semanas as pessoas com deficiências foram protagonistas. Em vários momentos a sociedade se interessou e aprendeu novos esportes ou como são feitas as adaptações (remoção de barreiras) para que essas pessoas compartilhem da vida social e demonstrem que também podem ser campeões. Realmente o Brasil pode mudar sua atitude daqui para frente graças aos Jogos Paralímpicos.

    Segundo o Censo de 2010, o Brasil possui mais de 40 milhões de pessoas com deficiências que disputam oportunidades de inclusão na sociedade cotidianamente. Juntos com os nossos paratletas, pessoas com deficiências no Brasil ainda enfrentam desafios muito mais simples do que chegar a ser campeão em olimpíada, mas que tornam o dia a dia dessas pessoas e seus familiares um verdadeiro pentatlo moderno, ou uma maratona diária.

    As barreiras de acesso são visíveis a todos e essa modalidade de competição” é fácil de ser notada pela sociedade – basta olhar em volta. Pense numa pessoa se deslocando na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, com cadeira de rodas, e uma prova de corrida com obstáculos torna-se quase banal. Agora imagine nas favelas onde vivem 22% da população total do Rio!

    De um modo geral, deficientes visuais não contam com sinais sonoros para orientação; deficientes auditivos não dispõem de formas de comunicação alternativas. Da mesma forma, os deficientes intelectuais não encontram as adaptações necessárias para facilitar sua compreensão e interação social. O acesso a escolas regulares, um direito assegurado por Lei, ainda enfrenta muitas resistências. Quando se tornam jovens adultos, a vida das pessoas com deficiências fica ainda mais limitada devido a falta de oportunidades de trabalho e de opções de moradias, limitando sua autonomia e vida independente. Essas barreiras afastam as pessoas com algum tipo de comprometimento físico ou intelectual da sociedade.

    Equivocadamente podemos pensar que eles perdem, coitados... Mas quem de fato perde é a sociedade. Uma sociedade que exclui pessoas com deficiências é uma sociedade pobre porque não se enriquece, nãé capaz de aprender com as diferenças.

    Em 2014, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicou 15 casos de boas práticas de empresas que incluem pessoas com deficiências em seus ambientes de trabalho. É comum encontrar relatos de que esse convívio humaniza o ambiente de trabalho, eleva a moral da equipe e, portanto, impacta positivamente o clima organizacional.

    Os Jogos Paralímpicos certamente nos inspiraram, comoveram e nos fizeram refletir sobre o orgulho dos nossos campeões que, muitas vezes, não contam com o devido apoio apesar de seus exemplos de superação. Vamos aproveitar esta oportunidade para perceber o quanto podemos ganhar como sociedade incluindo, de fato, as pessoas com deficiências. Esse seria o maior legado. E acho que o Rio de Janeiro pode puxar esse cordão e contagiar a todos.


    FOTO: TÂNIA RÊGO/ AGÊNCIA BRASIL

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  • Neace/CNMP lança cartilha sobre tomada de decisão apoiada e curatela

    O Núcleo de Atuação Especial em Acessibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (Neace/CNMP) lançou a cartilha "Tomada de decisão apoiada e curatela: medidas de apoio previstas na lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência."

     

    A finalidade da cartilha é levar ao conhecimento de todas as pessoas as novas medidas de apoio, caso precisem decidir pela tomada de decisão apoiada ou curatela. A cartilha explica que a tomada de decisão pode ser escolhida por qualquer pessoa que tenha uma deficiência. É um processo judicial criado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), que objetiva garantir apoio às decisões sobre qualquer ato da vida civil, e assim exercer plenamente os seus direitos.

     

    Por sua vez, a curatela tem objetivo de proteger o patrimônio da pessoa com deficiência que não consiga expressar sua vontade. Nesse caso, o juiz analisa as necessidades da pessoa e decide se ela pode ou não praticar atos relacionados ao patrimônio ou se precisará de apoio para isso, nomeando um curador ou curadora.

     

    As autoras da cartilha são a subprocuradora-geral do trabalho e coordenadora do Neace, Maria Aparecida Gugel; a promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Luisa de Marillac Xavier; a procuradora regional da República de São Paulo Eugênia Augusta Gonzaga; a promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte Rebecca Monte e o promotor de Justiça do MP do Pará Waldir Macieira.

     

    A obra ficará disponível no site do CNMP na área de publicações. Além disso, os exemplares da cartilha serão distribuídos em workshops "Todos juntos por um Brasil mais acessível", realizados pelo Neace, aos parceiros no Projeto de Acessibilidade, Defensorias Públicas, Conselhos de direitos e profissionais, bem como Centros de Apoio à pessoa com deficiência dos MP's.

     

    Em outubro deste ano, o Neace lançou a fotonovela sobre a tomada de decisão apoiada e curatela destinada tambéàs pessoas com deficiência intelectual.

     

    Clique aqui para acessar a nova cartilha na íntegra.

     

    Assessoria de Comunicação Social
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  • Instituto JNG participa da Comenda Dorina Nowill

    A 2ª edição da Comenda DORINA NOWILL, premiação concedida pelo Senado Federal a pessoas que se destacaram e que contribuem para melhores condições de vida de pessoas com deficiências, foi realizada dia 21 de Setembro de 2016 e contou com a presença do Instituto JNG.

     

    O Instituto participou do evento através da presença da presidente Flávia Poppe, que teve a honra de compor a mesa presidida pelo Senador Hélio José. Flávia foi ainda convidada a entregar essa importante homenagem à Helena Werneck, diretora do Instituto MetaSocial, responsável pela campanha "Ser Diferente é Normal”.

     

    Além de Helena, também foram homenageados o ex-Senador e Vice-Governador Flavio Arns, parlamentar atuante em todas as causas das pessoas com deficiências; Sr. Fernando Gomide, presidente da Associação Brasiliense de Amparo ao Fibrocístico; Dra. Lucia Willadino Braga, presidente da Rede Sarah Hospitais de Reabilitação; e, in memorium, o Dr. Aloysio Campos da Paz, fundador da Rede Sarah.

     

    A escolha dos vencedores é realizada por um Conselho composto por um representante de cada um dos partidos políticos com assento no Senado Federal.

     

    A premiação aconteceu durante a Sessão Especial destinada à comemoração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, que desde 2005 é celebrada em 21 de Setembro.

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  • JNG promove encontro com jovens para discutir a moradia independente
    Com o mote da campanha "Juntos, podemos morar sozinhos", o Instituto JNG organizou um encontro para para jovens adultos e pais opinarem e aprofundarem a ideia da moradia independente com suporte individualizado para os filhos com deficiência.

    O evento, realizado dia 31 de Julho de 2016, no Bosque da Barra, contou com aproximadamente 20 jovens com deficiência que, num clima alegre e descontraído, falaram da vontade que têm em morar sozinhos e da autonomia que irão conquistar com esse grande passo.

    Estiveram presentes representantes da Sociedade Síndrome de Down (SSD), do Instituto Meta Social, da Universidade Santa Úrsula (parceira do Instituto JNG), além de profissionais atuantes como Gerusa Pontes de Moura (da UERJ), Fernanda Honorato, repórter do Programa Especial, da TV Brasil.

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  • III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência

    O Instituto JNG participou do III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência, realizado de 9 a 11 de Março de 2017, na PUC-RS, em Porto Alegre/RS.

    Flávia Poppe, diretora do Instituto, apresentou o pôster sobre moradias independentes com apoio individualizado para pessoas com deficiência intelectual.  Flávia Cortinovis, da empresa Ciclo Projetos, que faz consultoria na área da inclusão produtiva de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, também esteve presente e juntas apresentaram as principais temáticas da vida adulta: trabalho e moradia.

    O evento teve como tema central a "Igualdade de direitos e Acesso ao uma vida digna: Desafios e Controvérsias na Questão Social da Deficiência".

    Confira as fotos do evento na galeria Fotos & Videos.


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  • Filme da campanha “Juntos, podemos morar sozinhos” chega no dia mundial da Síndrome de Down
    A campanha “Juntos, podemos morar sozinhos”, lançada em 2016 pelo Instituto JNG ficou mais completa!

    Com o lançamento do filme, o Instituto JNG poderá chegar a mais pessoas e mostrar que é possível ter, sim, um adulto com deficiência intelectual conquistar a autonomia e independência da vida adulta.

    “Esse filme mostra que sair de casa é um desafio para todos os jovens! Não é fácil, como a maioria descreve, mas para os jovens com deficiência intelectual seus sonhos soam mais concretos. Precisamos achar as pessoas que podem nos ajudar a realizar esse projeto”, declara Flávia Poppe, diretora do JNG.

    O intuito é também ampliar a divulgação do projeto e aumentar a arrecadação de fundos e doações que possam sustentar as pesquisas, congressos e atividades desenvolvidas pelo Instituto, que atualmente vive de doações e venda de produtos da campanha.

    Participaram do filme João Manoel Maranhão (o J do Instituto), Nicolas Poppe Muñoz (o N), Gabriella Mota (o G), Tathiana Piancastelli, Paula Wernek, Ana Clara Soares, Pedro Lima e Carlos Alfonso Ruiz.

    O filme foi produzido pela Vudoo Filmes e teve o lançamento oficial no último dia 18 de março, em um evento promovido pelo Instituto no Jockey Club do Rio de Janeiro, que gentilmente nos cedeu o espaço para a primeira projeção pública do filme.

    Nosso agradecimento especial a Vudoo Filmes, que apoiou integralmente o Instituto JNG tanto na produção e filmagem, quanto na edição e finalização do filme.

    Clique aqui para ver o filme. 

    Ficha técnica:
    Produção: Vudoo Filmes (www.vudoofilmes.com.br)
    Produção Executiva: André Wainer e Luiz Porto
    Direção e Roteiro: Bruno Tinoco
    Produção: Thiago Galdino
    Assistentes de Produção: Júlia Duarte e Ygor Palopoli
    Edição: Fernando Bittencourt e Bruno Tinoco
    Cinegrafistas: André Rondinelle e Arthur Medina
    Drone: Arthur Medina
    Som Direto: Helio Leite
    Assistente de Câmera: Bernardo Jardim
    Locução: Content Conteúdo Sonoro
    Animação Gráfica: Luiz Carlos Jr. 
    Agradecimentos: PUC Rio e Museu da República (RJ)
    Agradecimentos ao Jockey Club do Rio de Janeiro que cedeu a sala de cinema do clube para a exibição do filme.






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Quem somos

Organização social de interesse público – OSCIP, com sede no Rio de Janeiro, financiada através de doações (benefício fiscal) e contribuições diretas, criada com o objetivo de identificar, promover, coordenar e executar projetos de inclusão social para pessoas com Deficiência Intelectual (D.I.), com foco na moradia independente com suporte individualizado.

Instituto JNG trabalha construindo redes e parcerias, nacionais e internacionais, que permitam promover a vida independente e autônoma de pessoas com deficiência intelectual, criando novas perspectivas para a inclusão social.

A sua doação vai além do valor financeiro,
ela apoia a conquista de autonomia de pessoas com deficiências.

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Foco de atuação

  • Ações que promovam autonomia e vida independente de adultos com Deficiência Intelectual;
  • Desenvolvimento de soluções para moradia independente com suporte individualizado para adultos com deficiências
  • Construção de uma plataforma de conhecimento e intercâmbio de informações sobre a inclusão social de adultos com deficiência intelectual

Saiba mais sobre quem somos e o que fazemos pra transformar esse sonho possível em realidade.

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